Festa COMUNI.DADDY no Bar Ocidente em Porto Alegre
. Programação Digital . Primeira edição da Festa COMUNI.DADDY – Make House Music, Gay Again, dia 29 de maio, a partir das 22h, no Bar Ocidente ( João Telles esquina Osvaldo Aranha ), em Porto Alegre / RS. DJ Pacheco na pista house e DJ Luciano Lima na pista pop. Ingressos pelo Sympla ou na bilheteria no dia da festa.
Festa COMUNI.DADDY
Houve um tempo em que as noites de sexta-feira em Porto Alegre tinham cheiro de fumaça doce, gosto de liberdade e um grave contínuo atravessando o peito como um segundo coração. A pista era escura, quente, carregada de suor, desejo e música alta demais para permitir qualquer censura. E, no centro disso tudo, o Ocidente pulsava como um templo pagão da cidade — território de encontros, excessos, descobertas e pertencimento.
Muito antes de discursos pasteurizados sobre diversidade, o Ocidente já era abrigo real para quem precisava existir sem pedir desculpas. Entre luzes violetas, beijos roubados no escuro e batidas hipnóticas de house music, uma geração inteira encontrou ali seu espaço de liberdade, celebração e provocação.
É exatamente dessa memória hedonista, sensual e coletiva que nasce a primeira edição da COMUNI.DADDY, no dia 29 de maio a partir das 22 horas..
Mais do que uma festa, a COMUNI.DADDY é um retorno ao prazer da pista. Um chamado para corpos que ainda sabem dançar até os músculos queimarem, para quem entende o poder de um olhar sustentado por segundos além do necessário, para quem sente falta de noites em que ninguém queria ir embora porque a madrugada parecia infinita.
O conceito está no nome: “Comuni”, de comunidade, conexão e identidade coletiva.
“Daddy”, com ironia, maturidade e desejo — uma geração que amadureceu sem perder o instinto da pista, do flerte e do excesso elegante.
Serão duas pistas simultâneas traduzindo diferentes estados de êxtase: Na pista House, Paulo Pacheco conduz o ritual sonoro. Na pista Pop, Luciano Lima entrega os hits, clássicos e guilty pleasures que transformam a memória afetiva em catarse coletiva.
A experiência proposta pela COMUNI.DADDY não é nostálgica — é física. O grave pulsa como libido transformada em som. A fumaça cobre os corpos. Os synths hipnóticos dissolvem a noção de tempo. Ninguém dança sozinho por muito tempo.
Para o produtor Alex Hoff, a proposta da noite é simples: “A COMUNI.DADDY nasce para devolver à pista aquilo que ela sempre teve de mais poderoso: intensidade, liberdade e conexão. É sobre celebrar o prazer da música, dos corpos, do encontro e da house music como linguagem de resistência e alegria.”
Já Fiapo Barth reforça a importância simbólica da ocupação do espaço: “O Ocidente sempre foi mais do que um bar — é um espaço de liberdade e pertencimento. Resgatar essa energia das sextas-feiras é também manter viva uma parte fundamental da história cultural e afetiva da cidade.”
Próximas COMUNI.DADDY
E para quem entendeu o recado: essa é apenas a primeira convocação. Novas edições já estão confirmadas para os dias 31 de julho e 30 de outubro, novamente no Ocidente.
Siga o perfil da festa : https://www.instagram.com/comuni.daddy/
